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Tratado pandêmico: o golpe mundial da OMS está próximo de se realizar.

Karina Michelin

Karina Michelin

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom

A OMS está negociando um tratado internacional de pandemias com os governos mundiais para assumir o controle das pandemias em nível global eliminando a soberania dos países.

Em 17 de maio de 2022, este site já trazia a notícia sobre esses acordos que estavam na ordem do dia, para serem discutidos com os países globalistas ( aqui ). 

Através de um tratado como o que a OMS tem em mente, entregando o mundo inteiro nas mãos de um único governo centralizado composto por globalistas, empresários e tecnocratas; coloca-se em risco os valores democráticos ( se é que ainda existem) do Ocidente. O perigo é que, justamente sob o pretexto de pandemia, criem-se condições perenes para manter os cidadãos do mundo presos à regras, obrigações, proibições, como nas piores distopias do século passado, sem que os indivíduos possam apelar aos seus próprios Estados – visto que eles delegaram a OMS à gestão e prevenção da saúde.

Em 1º de fevereiro de 2023, a OMS publicou um documento chamado: “ Rascunho zero do CA+ da OMS para consideração do Conselho Intergovernamental Corpo de Negociação em sua quarta reunião.

Who Ca+ é uma convenção, acordo ou outro instrumento internacional da OMS sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias (“OMS CA+”)

O que ainda é precisamente um projeto de tratado visa ajudar “a garantir que vacinas, medicamentos e kits de diagnóstico sejam distribuídos de maneira mais igualitária no mundo a partir da próxima pandemia, de forma a evitar as perigosas divisões internas que surgiram no passado durante a Crise da Covid-19”. Como veremos adiante, está em andamento o processo de negociação entre a OMS e os governos para a adoção do texto que está em andamento. 

Embora o projeto reconheça formalmente a soberania de cada Estado no campo da saúde, há muitos trechos que suscitam discussão e questionamentos, despertando temores de que a OMS poderá haver poderes de decisão de governança global.

Como já havia escrito em meu outro artigo ( aqui ), não resta dúvidas que assim será. Se este tratado fosse aprovado, a OMS teria controle total sobre o que é chamado de “pandemia” – considerando que a OMS mudou sua definição de “pandemia” para disseminação mundial de uma nova doença com o envolvimento de pelo menos dois continentes, com transmissão sustentada de humano para humano, não se tratando mais de mortalidade – omitindo o fato de que deve ser uma doença grave ( aqui). Como resultado, qualquer coisa pode ser considerada “por eles” uma pandemia, e isso é preocupante.

Por exemplo, no artigo 8.º, que se refere precisamente ao conceito de soberania, está contudo especificado: “As Partes devem fortalecer a capacidade e o desempenho das autoridades reguladoras nacionais e aumentar a harmonização dos requisitos regulamentares a nível internacional e regional, incluindo,conforme o caso, por meio de acordos de reconhecimento mútuo.”

2. “Cada Parte deve construir e fortalecer as capacidades regulatórias e o desempenho de seu país para oportuna aprovação de produtos relacionados à pandemia e, em caso de pandemia, acelerar o processo de aprovar e licenciar produtos relacionados à pandemia para uso emergencial em tempo hábil, incluindo a partilha de dossiers regulamentares com outras instituições.

3. “As Partes devem, conforme apropriado, monitorar e regular contra produtos abaixo do padrão e falsificados produtos relacionados com a pandemia, através dos mecanismos existentes nos Estados-Membros sobre produtos de qualidade inferior e produtos médicos falsificados.”

É uma clara referência às chamadas vacinas, mesmo que não sejam expressamente mencionadas. Igualmente claro, é o fato que os governos devem promover os produtos aprovados e indicados pela OMS e rotular como ineficazes e falsos os tratamentos que não estão alinhados com a Oganização. Tivemos o exemplo claro Da Ivermectina e Hidroxocloroquina.

O Artigo 15.º também é explícito: “As Partes reconhecem a necessidade de coordenar, colaborar e cooperar, no espírito de solidariedade internacional, com organizações intergovernamentais internacionais e regionais competentes e outros órgãos na formulação de medidas, procedimentos e diretrizes custo-efetivos para pandemia prevenção, preparação, resposta e recuperação dos sistemas de saúde”.

E ainda: “As partes terão que permitir o acesso rápido da OMS às áreas afetadas por pandemias com o envio de equipes de especialistas. Assim como terão que reconhecer o papel central da OMS na direção e coordenação do trabalho internacional de saúde. O diretor-geral da OMS será quem poderá declarar o surto de pandemias.

O artigo 17.º diz respeito à chamada informação falsa: “As Partes se comprometem a aumentar a ciência, a saúde pública e a alfabetização pandêmica da população, como bem como o acesso a informações sobre pandemias e seus efeitos, e combater informações falsas, enganosas ou desinformação, inclusive por meio da promoção da cooperação internacional“.

Por fim, o artigo 18.º refere que “ As Partes, reconhecendo que a maioria das doenças infecciosas emergentes e pandemias são causadas por patógenos zoonóticos, cometem, no contexto de prevenção, preparação, resposta a pandemias e recuperação dos sistemas de saúde, para promover e implementar uma abordagem One Health que seja coerente, integrada,coordenada e colaborativa entre todos os atores relevantes, com a aplicação de instrumentos e iniciativas”.

O artigo menciona o sistema One Health ( aqui ), que no papel visa fortalecer intervenções conjuntas para monitorar o aparecimento de doenças e proteger a saúde do ecossistema global.

Nos Estados Unidos nesse momento, está em andamento essa negociação do tratado pandêmico entre o governo Biden e a OMS. ( aqui )

O Conselho Europeu deu sinal verde para a abertura das negociações com a OMS em março de 2022, visando atualizações a tempo da 76ª assembleia da OMS, marcada entre os dias 21 a 30 de maio de 2023. O objetivo da União Europeia é adotar o documento em 2024. ( aqui )

Diante disso, a OMS também criou em dezembro de 2021 o Organismo de Negociação Internacional (INB), órgão responsável por supervisionar as negociações internacionais com os Estados-membros. ( aqui )

Considere também que o Artigo 19.º da Constituição da OMS estabelece que a organização pode impor convenções juridicamente vinculativas a todos os seus 194 estados membros, se dois terços deles votarem a favor. Isso também poderia acontecer para a aprovação do tratado em questão? Possivelmente sim.

Há países contra, mas muitos outros apoiam como: o Conselho Europeu (que conta com 27 votos), os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a Austrália.

Em primeiro lugar, é impressionante que, por um lado, o poder da OMS seja fortalecido e, por outro, o chefe da OMS receba o poder absoluto de declarar “pandemias”. Em essência, toda a política internacional de saúde passaria pelas mãos de uma única pessoa, em caso de emergência oficializada – removendo o tratamento específico para cada indivíduo, removendo assim a soberania de seus corpos.

A OMS também já mudou as definições de termos como “vacina” e “pandemia” justamente no decorrer da Covid, para que esse tratado funcione sem que seja uma verdadeira pandemia e sim somente surtos.

O poder de decisão e a autonomia dos Estados em relação aos tratamentos de saúde, restrições, obrigações e, obviamente, à liberdade de escolha individual do cidadão, passaria a ser decidido pelo governo único de saúde mundial. 

Mais uma vez observamos nas entrelinhas o processo de manipulação do próprio debate científico internacional, que estaria centralizado em nome do combate à desinformação – como vimos no rascunho do documento.

Tudo isso não passa de um roteiro fracassado, do qual já experimentamos seus efeitos colaterais letais durante a “pandemia” de Covid-19. 

Os arquivos do Twitter ( aqui )sobre a censura do debate sobre as injeções de mRNA da Covid-19 são apenas um exemplo entre muitos do plano de poder e domínio do qual já estamos respiramos.

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9 comentários em “Tratado pandêmico: o golpe mundial da OMS está próximo de se realizar.”

  1. Pingback: o golpe mundial da OMS está próximo de se realizar

  2. Caros, o que mais me causa nauseas é que daqui algum tempo, a Karina, eu, todos os que vem alardeando as agendas dos criminosos farmafiosos judeus só poderão dizer: eu não disse?
    A agenda mérdica, farmafiosa, só tem como emplacar em terreno fértil, e terreno fértil para mérdicos e farmáfias é onde a degeneração grassa!
    Aliás, lixos como pasteur só emplacaram exatamente por terem OCULTADO a questão do terreno fértil!!!
    Terreno fértil é o terreno onde algo viceja borbulhante, nasce pujante, e esse algo só encontra terreno fértil onde existe toda a condição para seu desenvolvimento.
    Daí, vamos a pergunta que não quer calar: que tipo de sociedade é terreno fértil para mérdicos e farmáfias, para a oms?
    Percebem?
    Só no esgoto vicejam esses dois grupos!
    Só o lixo em estado de graça entende que sua própria saúde é obrigação e responsabilidade de outrem!
    Mas não é só isso, a proposta estado, governo, só emplaca porque existem cafajestes irresponsáveis, vagabundos, preguiosos e parasitas, ou seja, a condição sine qua nom para a existencia do estado, do governo, é a existencia em abundância de lixos, cafajestes, vagtabundos, irresponsáveis, parasitas!
    Daí, pergunto: qual o sentido de se permitir vagabundos, parasitas, cafajestes, lixos vivos???
    Sustentar e fortalecer o estado, a organização criminosa que se locupleta através de covardes, vagabundos, inúteis, parasitas, pusilânimes, salafros!
    Percebemos que diante de tal cenário basta exterminar os lixos parasitas, irresponsáveis, vagabundos, lixzos, inúteis!
    Ou então exterminar o estado, o governo, pois em ambos os casos a sustentação degenerativa desintegra!
    Não entro em hospital, não entro em contato com mérdicos, não tenho plano de saúde, não tenho um remérdio sequer no armário do banheiro!
    No armário do banheiro tenho maravilha curativa, elixir sanativo, tintura de arnica, pasta dágua, picrato de butessin, propolis, e nenhuma, repito NENHUMA panaceia farmacólogica sintética!
    Tem mais de 30 anos que sequer me aproximo de mérdicos e só o fazia antes porque imbecil que era, fã de riscos, acabava arrebentando partes do meu equipamento. Mas na hora que entendi a fundamentalidade do cultivo e preservação de meu equipamento, NUNCA mais coloquei meu equipamento em riscos desnecessários!
    E digo mais, a causa da exposição da carcaça ao risco é decorrente da degeneração social, se desintegra a escala de valores reais e emplacam escalas de valores deletérios.
    Resumindo, em vez de alavancarem os desenvolvedores dos carros, alavancaram os motoristas de carros travestidos de pilotos, em vez de emplacarem os desenvolvedores de todos os veículos, alavancaram os pilotos desses mesmos veículos, embora esses bostas via de regra em NADA contribuem para a evolução.
    Vou citar um caso curioso, recente e fácil de entender.
    Na década de 80 surgia Nelson Piquet, o cabra capaz inventou e desenvolveu várias técnicas para fazer o carro dele andar mais que o dos outros, uma delas, a mais famosa, o famoso tapete aquecedor de pneus. Ou seja, era cérebro e braço, e acima de tudo, autenticidade e franqueza. Sentia uma natural aversão a imbecis como galvão bueno, não tinha saco para ouvir asno manifesto pagando de entendido de aerodinãmica, física, mecânica, sendo que essas manifestações eram sempre asneiras!
    Daí, surgiu um pimpolhinho playboy cheio de frases de efeito, nacionalismo cretino de dandi que sempre viveu no jet set mas que pilotava uma barbaridade na chuva, o Ayrton Senna! O pensador das bielas foi simplesmente relegado ao esquecimento pela mérdia, embora tenha sido ele o desenvolvedor da mais revolucionária tecnologia dos carros de corrida da época, a suspensão ativa, que reduziu em pelo menos 30% a influência dos braços do piloto na dinâmica e equilíbrio do carro.
    Com isso, ficou de incrível o playboy dandi voador, e ficou de desagradável e grosseiro pensador bebedor de gasolina on the rocks!
    E o pior, quem se lembra de nomes como Colim Chapman, Ken Tyrrel, Gordon Murray, etc. todos esses os criadores e desenvolvedores dos bólidos que a todos encantava! Mas esse fenômeno é provocado com esse intúito, o de reduzir a nada o cérebro!
    EM HQs, filmes, etc. SEMPRE se coloca como bom o monte de musculos, e o mau é sempre o gêwnio que quer exterminar a umanidade!
    Essa agenda não é percebida porque 90% das pessoas têm o cérebro não mais capaz do que o de um cachorro, e para cães os incríveis são os lobos matadores e não a arma que elimina o poder de luta, estratégia dos lobos!
    Enquanto o povo não entender que TUDO o que obnubila o potencial cerebral é deletério e criminal vai continuar sendo submetido por degenerado e anormal!
    E TODA a agenda da oms está calçada, calcada, e arcaboçada nos degenerados e anormais! Só lixos endossam as propostas da oms!
    Mas se são a imensa maioria os lixos, qual o quadro configurado?
    Percebemos mais uma vez que apenas o que sempre afirmo pode mudar essa situação, é a MATANÇA geral, é a guerra epidêmica, é a chacina profilática!
    E claro, essa matança tem que ser aplicada a TODOS os que apoiam ou defendem as agendas de mérdicos, farmafiosos, governos, etc.
    Só que para azar dos que prestam, os que hoje detêm o poder e as armas são exatamente os lixos, os que seguem agendas mérdicas, farmafiosas e de oms!
    Portanto exercitem seus cérebros, pois é o cérebro que é capaz de desenvolver as armas que fazem dos lobos em pele de cordeiro em lobos escalpelados!
    Minha sugestão, estudem ricina, estudem a facilidade de se conseguí-la, estudem o poder destrutivo dela, pois do jeito que vão as coisas teremos que partir para a guerra franca e essa sem armas só é possível com a biotoxinas, e essas estão aí, e se bem usadas matam qualquer batalhão de puliças bandidos. Uma bomba de ricina tem um poder tão destrutivo e dissuativo que a oms e seus soldados não têm como se defender dela!
    Estamos em guerra e só sairemos vivos se exterminarmos os lixos encastelados, os plutocratas kakistocratas!
    E claro, temos que exterminar sobretudo os soldados e cúmplices dessa escumalha imunda e dominante!
    Se preparem para uma população i-mundial de uns no máximo 1 bilhão de pessoas!
    Só que essa redução se dará de qualquer forma, cabe a nós decidirmos quem morre, se nós ou se eles, os alicerces da degeneração, os terrenos férteis da degeneração!

  3. “Nós somos o Carbono que alguns querem eliminar”… Este tratado confirma esta tese, a Covid foi claramente um teste artificial para entender o que precisaria ser aperfeiçoado, Países que sejam permeáveis financeiramente ao lobby, serão os principais colaboradores no plano, e sabemos que as orientações e normas não virão da OMS e seus líderes, tratando se apenas de uma cortina de fumaça para ocultar os verdadeiros engenheiros da redução populacional, o tal carbono que querem eliminar…

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