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Químicos alemães estão questionando o fabricante da vacina de mRNA contra a Covid ( Biontech) e pedem para parar com esta tecnologia de mRNA

Karina Michelin

Karina Michelin

Os químicos chegaram à conclusão de que a toxicologia das proteínas indesejadas precisa ser investigada, bem como o enorme potencial de serem prejudiciais.

O jornal alemão Berliner Zeitung, fundado na Alemanha Oriental em 1945, publicou um artigo nesta quarta-feira, 24 de janeiro, com o seguinte título : “Vários professores de química exigem que o Instituto Paul Ehrlich conduza uma investigação sobre possíveis proteínas indesejáveis nas vacinas de mRNA.

Já em janeiro de 2022, quatro renomados cientistas escreveram uma carta ao fundador da BioNTech, Ugur Sahin, para obter informações sobre possíveis problemas no processo de produção das vacinas a base de mRNA contra a Covid. Jörg Matysik, professor de Química Analítica na Universidade de Leipzig; Gerald Dyker, professor de Química Orgânica na Ruhr University Bochum; Andreas Schnepf, Professor de Química Inorgânica na Universidade de Tübingen; Martin Winkler, Professor de Engenharia de Materiais e Processos na Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique, enviaram perguntas e assinaram a carta. O Berliner Zeitung foi o primeiro meio de comunicação a noticiar o assunto na época .

A BioNTech respondeu e apresentou a sua opinião dizendo entre outras coisas que a “ alegação de que os componentes da vacina “não estão diretamente aprovados para uso no corpo humano” já foi identificada como informação enganosa…. Os materiais utilizados na vacina são fabricados e testados de acordo com os requisitos de qualidade aplicáveis (Boas Práticas de Fabricação). Eles foram aprovados para uso em humanos como parte de nossa vacina contra a COVID-19.

“Os professores querem esclarecer que existem diferentes efeitos colaterais com lotes diferentes. Há alguma descoberta sobre isso ou vocês realizaram estudos sobre isso?” Pergunta o Berliner Zeitung. 

BioNTech responde: “De onde vem esta informação? Infelizmente, esta afirmação foi publicada sem atribuição. Até o momento, a BioNTech não tem conhecimento de nenhum relato de efeito colateral específico de lote.

O grupo de pesquisa é liderado pelo Prof. Tobias Unruh, Física da Matéria Condensada, da Universidade de Erlangen, durante muito tempo, as suas repetidas perguntas, que os cientistas também dirigiram ao Instituto Paul Ehrlich (PEI), entre outros, despertaram pouco interesse do público. Os professores informaram à empresa fabricante sobre um novo estudo científico da Dinamarca (Schmeling et al ., 2023. DOI: 10.1111/eci.13998) . Este estudo “mostra claramente que houve diferenças extraordinariamente grandes nos efeitos colaterais e danos da vacina relatados entre os lotes da sua vacina”, disseram os professores. Mas a BionTech negou tudo.

A equipe editorial do WDR Ruhr ousa publicar um relatório crítico sobre a contaminação de DNA em vacinas de mRNA.

Agora o WDR publicou um artigo crítico no qual Gerald Dyker também é entrevistado. Sob o título “Busca por vestígios: as vacinas contra a COVID a base de mRNA estão contaminadas?”, a emissora pública trata do “bloqueio político a questões críticas relacionadas à vacinação e a inatividade do responsável Instituto Paul Ehrlich em esclarecer a questão de saber se quantidades excessivas de resíduos de DNA (muito grandes) estão contidas em alguns lotes de vacinas de mRNA” – escreve o jornalista Norbert Häring do Handelsblatt em seu blog.

O programa conta, com o pneumologista Thomas Voshaar, que critica o fato de o valor limite para uma contaminação – basicamente permitida – ter sido determinada livremente, sem estudos. Voshaar também questiona por que tais contaminantes foram aprovados pela OMS.

Os professores já enviaram outra lista de perguntas ao Instituto Paul Ehrlich. A carta está disponível no Berliner Zeitung. Os cientistas escrevem que “os problemas com as vacinas baseadas em modRNA estão tornando-se cada vez mais aparentes”.

Em dezembro de 2023, outro artigo sobre o problema fundamental da tecnologia modRNA foi publicado na revista Nature . Neste artigo, “Thomas Mulroney e seu time afirmaram que o chamado deslocamento ribossômico ocorre frequentemente devido à modificação do mRNA, ou seja, a substituição da uridina por N1-metilpseudouridina”. Esta mudança “muda o quadro de leitura durante a síntese proteica, o que significa que após a mudança alguns aminoácidos são incorporados, de modo que proteínas de composição e função desconhecidas são então formadas”. A possibilidade teórica de uma mudança ribossómica, pelo menos em procariontes, através da introdução de N1-metilpseudouridina é “conhecida desde 2016, mas nunca foi investigada em eucariotas até à data”.

Estas proteínas indesejadas “ também puderam ser observadas em 21 pacientes tratados com modRNA” e também foram formados anticorpos contra estas proteínas indesejadas. Os autores da Nature afirmam no seu trabalho que “não foi observada nenhuma correlação com efeitos secundários, embora esta afirmação seja problemática por várias razões, como também foi descrito num comentário ao trabalho de cientistas dos EUA e do Canadá”. 

Consequentemente, o tamanho do coorte foi de apenas 21 pessoas. O estudo não foi randomizado. Nenhuma das pessoas examinadas relatou quaisquer efeitos secundários, pelo que se pode concluir que a amostra foi “provavelmente sujeita a preconceitos por pré-seleção”.

Os autores chegaram à conclusão de que a toxicologia das proteínas indesejadas precisava ser investigada, bem como o enorme potencial de serem prejudiciais afirmado pelos autores do artigo em relação à imunidade mal direcionada. As proteínas indesejadas poderiam “contribuir para a toxicidade das injeções de modRNA, o que precisa ser esclarecido em estudos adicionais”. Os autores pedem esclarecimentos às autoridades internacionais de saúde e à indústria.

O Süddeutsche Zeitung informou recentemente sobre o estudo da Nature e escreveu que os investigadores recomendam “ tentar evitar este fenômeno no futuro desenvolvimento de vacinas”. Porque: “Teoricamente, as proteínas indesejadas poderiam reduzir a eficácia das vacinas, ou poderia haver efeitos secundários indesejáveis.” O SZ continua: “Especialistas alemães falam de resultados interessantes, mas não vêem razão para preocupação.” O jornal cita Julian Schulze zur Wiesch, Médico Sênior da Seção de Doenças Infecciosas e Chefe do Centro Ambulatorial de Hepatologia Viral do Hospital Universitário Hamburg-Eppendorf, com a declaração: “ O efeito descrito, se correto, não é perigoso ou preocupante e provavelmente não tem nada a ver com reações gerais de vacinação ou com os efeitos colaterais das vacinas de mRNA.

Os professores querem saber ainda com mais precisão e perguntam ao Instituto Paul Ehrlich:

Quando você tomou conhecimento deste trabalho e do problema da mudança ribossômica nas injeções baseadas em modRNA? Por que esse problema óbvio não foi reconhecido anteriormente? Quais investigações estão planejadas pelo PEI para investigar a toxicidade das proteínas indesejadas e quais etapas estão planejadas pelo PEI para eliminar ou pelo menos reduzir tais ameaças à tecnologia modRNA? Do ponto de vista do PEI, estas novas descobertas deveriam ter impacto na aprovação destes novos medicamentos baseados em modRNA e, em caso afirmativo, quais e, em caso negativo, por que não? Como a PEI planeja informar o público sobre essas novas descobertas sobre os efeitos colaterais potencialmente perigosos da tecnologia modRNA?”

A nova publicação na Nature é “um de uma série de desenvolvimentos preocupantes em torno da aprovação destas substâncias modRNA”, resumem os cientistas. Problemas fundamentais “ já eram aparentes nos estudos de aprovação”. Uma análise dos dados originais de aprovação por Peter Doshi e colegas mostrou “ que o dano é significativamente maior do que o benefício”. Na nossa opinião, é cientificamente incompreensível porque “a plataforma modRNA recebeu, no entanto, aprovação condicional e depois até aprovação regular, uma vez que os dados dos estudos clínicos contradizem claramente isto e os estudos de coorte retrospetivos têm um valor significativamente menos informativo”, afirmam os cientistas. 

O fato de que “ para os estudos de aprovação foi utilizado um método de fabricação diferente das substâncias modRNA do que para uso generalizado” também é surpreendente, “especialmente porque o processo de fabricação para comercialização envolve contaminação significativa de DNA, cujos efeitos ainda não podem ser avaliados”. O Instituto Paul Ehrlich afirmou que “o PEI não verifica a concentração de impurezas de DNA em si, mas apenas as informações fornecidas pelo fabricante e se está dentro da faixa aprovada”. A questão aqui é como é que o PEI quer “assegurar a tarefa de garantir a qualidade para proteger a população” se “não realiza quaisquer medições independentes”. O PEI já havia afirmado que não realiza testes próprios de concentração de mRNA, mas utiliza os testes fornecidos pelo fabricante como base para sua avaliação – circunstância que levou os professores a fazerem novas perguntas . 

Os professores agora pedem comentários e respostas porque a falta de transparência está abalando a confiança na tecnologia de mRNA e no Instituto Paul Ehrlich (PEI). Os cientistas finalmente apelam ao PEI para ” tirar conclusões de todos esses fatos listados e finalmente parar esta tecnologia modRNA.”

O jornal Berliner Zeitung solicitou ao PEI uma declaração sobre as novas questões levantadas pelos  cientistas.O debate científico sobre as vacinas contra a COVID-19 a base de mRNA segue em todo o mundo.

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3 comentários em “Químicos alemães estão questionando o fabricante da vacina de mRNA contra a Covid ( Biontech) e pedem para parar com esta tecnologia de mRNA”

  1. Químicos cientistas médicos pesquisadores todos esses se movem por dinheiro
    Como pode o ser humano dar poder a outros seres humanos ditos cientistas
    Este artigo vem tardiamente coisa que muitos leigos já perceberam no início de 2020
    Ainda bem que existe ainda pessoas que usam razoabilidade a coerência e a lógica, coisa que muitos cientistas não o fazem

  2. Caros, autora e leitores.
    A questão fulcral é simples, enquanto a celeuma impera as agendas emplacam!
    É fundamental o levante popular, e isso entendo impossível!
    A estupidez, o chorumismo, a manifestação vazia dos néscios impera, em sites soam como manifestações selfiescas sem nenhuma qualidade, apenas o manfestar estúpido que ressona a estupidez!
    Não falo isso para acusar A ou B, apenas cito para mostrar que a sociedade já chafurda embevecida na chorumancia sistêmica HÁ MUITO TEMPO!
    O QI baixo manifesto é fruto exclusivo da democracia, a arquitetura essencial do comunismo, das “pluralidades manifestas”, da proteção do lixo, do menor, do inferior!
    Se formos ver a agenda religiosa, veremos a mesma arquitetura maldita, onde néscios vomitam que só deus tem direito de agir, de punir, de matar, e assim vemos o ocaso social!
    Desde sempre chamo o estado de estadeus ou deustado, pois o entendimento epistemológico dessa agenda nos garante a clarividencia compreensiva do mal: a PLURALIDADE, A TOLERÂNCIA, OS DIREITOS IGUAIS PARA DESIGUAIS!
    Uma pessoa com um QI baixo embora geneticamente similar, quase idêntica a de QI superior é a nocividade completa, pois por si só não é capaz de se autogerir em uma sociedade e exige a democrcia!
    E a democracia exige que o incapaz tenha direitos iguais ao capaz, o que é absolutamente abominável, visto que o incapaz sempre será mais útil MORTO!
    Mas… Quem é o incapaz?
    O incapaz é o exuberante, é aquele que sempre busca mostrar sua opinião como algo valorozo, é o que busca se manifestar de forma magnânima, em frases vazias coalhadas do politicamente correto mesclado com arroubos politicamente incorreto, se esmera em deixar grifada sua opinião, é o vazio existencial em si mesmo!
    E isso não só acontece na esfera gráfica, política, social, econômica, se manifesta sobretudo na esfera BIOLÓGICA, e a razão é simples: sabedor de sua pusilânimidade, ao perceber o direito reprodutivo busca de todas as formas se perpetuar, pois só em profusão populacional tais abominações podem se firmar!
    Como paralelo citarei o de sempre.
    Uma comunidade de renas onde a democracia se impõe garante aos mais abjetos o direito reprodutório e esses sabendo-se protegidos pela distopia se proliferam como chorume se impondo ao lixo sistêmico!
    Até os predaodres se tornam lixos, chorumes, pois a lobaria já consegue pegar renas até espirrando, não sendo mais exigida a qualidade intrínseca do caçador, do rastreador, que são as qualidades por excelência do lobo!
    Dessa forma o meio ambiente paga, pois a relva superatacada reduz, exigindo da chorumada renal o alastrar sobre áreas que eram reserva técnica!
    Os lobos balofos, fracos geram mais balofice, mais fraqueza!
    E seus excrementos coalhados de toxinas cadavéricas geram a acidez exterelizadora do solo, o chorume profuso!
    A natureza é dadivosa, não será esgotada mas vai garantir o invasor poderoso, pois como sempre afirmo, O LIXO, O CHORUME É EXUBERANTE!
    Assim como uma lâmpada no meio da noite, o chorume invoca o contato com os oportunistas!
    E os oportunistas virão, verão e vencerão, exatamente como Julio César, o Czar Romano disse: VENI, VIDI, VICI!
    NO entendimento intelectual, isso se expressa no argumento acachapante, inquestionável, absoluto, mas na vida real isso se manifesta no ocaso das espécies pusilânimes.
    E a história do covid e suas vacinas é ipsisliteris essa dinâmica.
    O judeu foi criado por deus, uma entidade alien, que em um contrato muito explícito, vide gênesis, êxodus, levítico, números e deuteronômio estabelce que os judeus devem EXTERMINAR A ESPÉCIE HUMANA!
    Sendo absurdamente claro, deus diz que judeus não são humanos e humanos não são judeus, vide todos os textos narrando o que são gentios!
    E aí, em uma saga de pouco mais de 2 mil anos, o judeu se impôz de forma absoluta, se fazendo juiz, carrasco, polícia, e dono de tudo, EXATAMENTE COMO HAVIA PROMETIDO DEUS EM GÊNESIS!!!
    O judeu não é mal, mau ou demoníaco, o judeu é uma espécie invasora que busca exterminar o ser humano e substituí-lo no i-mundo e dessa forma torna o mundo mais propício a ele, judeu, e não propício ao ser humano.
    E chegamos à sanha das pragas viróticas, e sobretudo às vacinas que foram tão bem explicitadas sobretudo na décima praga do Egito!
    O patógeno estava na carne dos ruminantes, que em si mesmo eram o veículo escipiente, visto que naqueles tempos o Egipcio NUNCA comia ruminantes pois esses eram não só força motriz, mas mais ainda, o egipcio vivia sobretudo das cerealidades e plantios abundantes das cheias do Nilo!
    Entenderam o cadaver quadrúpede como iguaria alimentar graças ao invasor (só um idiota entende que uma população agrícola, como a egipcia, pode sobmeter como escravos uma população nômade, rapace, guerreira como são os judeus por excelência) que os vendia e pior, através do poder manipulativo atávico do negociante, entendia como status social comer defunto quadrúpede!
    Estava o cenário criado, o egipcio comendo defunto ruminante, e já acidificados em sues organismos foram presas fáceis para o patógeno de deus enfiado no ruminante pastoreado e vendido pelos judeus.
    Mas explícito do que deus explanando aos judeus como se proteger do patógeno é impossível:
    Comer a carne cozida em fogo brando, para reduzir o poder do patógeno mas sem matá-lo!
    NUNCA ingerir o sangue, pois no sangue do animal está a maior carga patogênica!
    Só comer pão ázimo, pois os fungos e bolores são antibióticos, vide a penicilina descobreta pelo judeu alexander fleming.
    Passar o sangue infecto na soleira das portas e janelas de forma agarantir sempre o respirar do patógeno amortizado pelo oxigênio, vide a imensa e quase absoluta dos patôgenos serem ANAERÓBICOS!
    Como mostro, apenas sei pensar, triangular, criar uma diretiva epistemológica para entender tudo o que se passa.
    Apenas usando de fatos comprovados, axiomáticos e irredutíveis mostrei como começou a agenda de deus, e como ao longo dos tempos ela se impoz fortalecendo sobremaneira o judeu.
    Na idade mérdia veremos provas cabais do que afirmo nos atos do “vidente” Michel Nostradamus, e narrado inclusive pelo seu filho César nostradamus!
    Sabedor da forma de debelar a peste oriunda da falta de higiêne, saúde, e disseminada por uma pulga oriunda de ratos do deserto de Góbi, na Mongólia, visitada pelo judeu marrano marco polo e sua turma judaicamente comerciantemente, garantiu com métodos simples a aquisição de todos os imóveis dos infectos nas patas judaicas, garantindo o domínio total via controle imobiliário nas mãos do judeu em toda a europa!
    Diante do cenário e entendendo que todos os paladinos, atacantes, vilões e arautos da “justiça” são títeres e agentes judaicos mostro, o que o jogo já acabou, mas não porque o judeu seja incrível, mas porque o humano degenerou e atingiu um patamar judaico de evolução, e nesse patamar raso o judeu é simplesmente IMBATÍVEL!
    Agradeço a todos vossas atenções e flexibilidades mentais epistemológicas para entenderem o que escrevi aqui!

  3. Distrações cientificas que não vão mudar nada do que foi feito e do que ainda está sendo. Vacina de mRNA pra quem merece!
    Vá no postinho e tome a sua. Isso é o que escuto todos os dias nas mídias de massa decerebradas.

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Karina Michelin

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