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Hoje faz 40 anos que Papa Wojtyla sofreu um atentado, até hoje fica o mistério

Karina Michelin

Karina Michelin

No dia 13 de maio de 1981 na Praça São Pedro no Vaticano, dia de Nossa Senhora de Fátima, Mehmet Ali Agca, jovem turco atirou no Papa com a intenção de matá-lo. Papa João Paulo II desmaiou no papamóvel, enquanto estava no meio dos fiéis.

Segundo o próprio Wojtyla que sobreviveu a esse atentado, com grande sofrimento disse que foi salvo pelas mãos de Nossa Senhora de Fátima: “ Uma mão atirou, outra mão desviou a bala”. O médico pessoal do Papa, Dr. Renato Buzzonetti, quando viu a situação grave de Wojtyla não acreditava na sua sobrevivência. A operação durou 5 horas e meia, e foi um sucesso.

Mas quem teria sido o mandante? Qual seria o objetivo de ver o Pontífice morrer no meio dos fiéis?

Quarenta anos depois, o atentado permanece sem explicações. Segundo especialistas a organização terrorista turca à qual pertence Ali Agca com sede na Bulgária, “Lobos Cinzentos” não poderiam organizar este atentado sozinhos.

Ao longo dos anos e dos vários julgamentos, Ali deu várias versões controversas e improváveis para confundir o máximo possível à opinião pública. As investigações seguiram por inúmeras pistas, certamente Wojtyla não era “bem visto” na Europa Oriental, intimamente ligada à União Soviética. Mas evidências nessa direção nunca foram encontradas. 40 anos depois daquele atentado ainda não há uma verdade concreta, fica somente o mistério.

No dia 27 de dezembro de 1983, Papa Wojtyla foi até a prisão visitar o terrorista que tentou matá-lo, levando o seu perdão.

Papa Wojtyla e Mehmet Ali Agca

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