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É inaceitável: Várias crianças da Califórnia adoecem após receberem dose errada da vacina COVID-19

Karina Michelin

Karina Michelin

Denise Iserloth e marido pais das crianças vacinadas

Enquanto no Brasil a ANVISA traça o plano de vacinação em massa para  menores, nos Estados Unidos vemos como “funciona” na prática e na “vida real” o experimento Fase III da vacina da Pfizer em crianças. 

O Hospital Infantil Sutter Health, na cidade de Antioch na Califórnia, emitiu um comunicado de que pelo menos quatorze crianças foram inoculadas de forma errada com a vacina contra o COVID-19, ou seja, eles receberam o dobro da dose recomendada, causando efeitos adversos. 

A mãe de uma das vitimas, chamada Denise Iserloth fez um desabafo indignada com o acontecimento:

 “Estou aqui para relatar a minha história, porque é inaceitável; você espera que os profissionais médicos lhe dêem doses corretas” 

Denise levou seus dois filhos de 8 e 11 anos para se submeterem a inoculação, e os dois foram vacinados de forma errada, expondo-os aos efeitos adversos.

O hospital disse que assim que notaram a administração incorreta das doses, avisaram os pais. Denise, furiosa, acrescenta que o aviso do hospital ocorreu dez horas após a administração e que um de seus filhos, o mais velho de 11 anos, havia caído no chão duas vezes.

Denise e seu marido, disseram que seus dois filhos estavam doentes em casa  nesta segunda-feira com fortes dores de estômago, ela também informou que seus filhos receberam 20 microgramas de dosagem em vez de 10 mcg recomendados. Os pais das quatorze crianças estão muito preocupados com os efeitos a longo prazo, mas o Dr. Peter Chin-Hong da UCSF diz que as crianças ficarão bem.

Infelizmente, nos EUA uma onda de erros em crianças inocentes está ocorrendo. Um estudo do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) em 30 de julho relatou que 397 crianças entre 12 e 17 anos foram diagnosticadas com inflamação cardíaca após receberem a vacina da Pfizer

Na Europa foi desencadeada uma caça aos disseminadores de vírus, apontando as crianças como “meio de transmissão” para pressionar a vacinação infantil, apesar da opinião contrária da Organização Mundial da Saúde e das dúvidas de muitos médicos e pesquisadores sobre a inoculação nesta faixa etária. Os dados e estudos relevantes sobre esta faixa etária é muito precário e não existe certezas que comprovem a eficácia e a segurança do fármaco.

O problema é que mesmo diante de tantos casos que vêm dos Estados Unidos, a Anvisa que aprovou este medicamento para uso definitivo baseado nos dados deste País, não consideram esses efeitos adversos sobre as crianças e continuam sustentando uma campanha de vacinação em massa para essa faixa etária, ignorando todos os princípios éticos da farmacologia. 

Até  mesmo o FDA ( Food and Drug Administration) nos EUA, havia alertado os pais para não vacinarem crianças menores de doze anos, pelo menos por enquanto

O que está acontecendo francamente nos preocupa. A COVID-19 é uma doença que afeta principalmente os adultos, sobretudo os “sujeitos frágeis” e idosos – essas pessoas sim, devem ser protegidas. A politica de saúde dos países com as vacinações em massa e os famosos “lockdowns” sem fim trouxeram um resultado caótico e demostra o falimento de medidas feitas a força, sem nenhuma eficácia. 

Precisamos voltar urgentemente para os livros de história e aprender como a gripe espanhola foi derrotada. Na época as vitimas da gripe espanhola eram sobretudo jovens (diferente desta epidemia atual) onde a maioria deles já haviam sido dizimados pela Primeira Guerra Mundial, no entanto, apesar de ter sido uma situação muito dramática onde morreram mais de 50 milhões de pessoas, o mundo não parou, não vacinou, não fechou e a pandemia morreu NATURALMENTE em dois anos. 

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Karina Michelin

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