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Twitter censura mais um médico-cientista luminare de alto escalão da ciência, as redes sociais e os governos se uniram para censurar qualquer um que vá contra a narrativa dominante

Karina Michelin

Karina Michelin

Em um mundo pós-lockdown, de pandemias perenes e estados de emergências sem fim, os governos estão cada vez mais aparelhados com as redes sociais, a forma moderna de comandar mentes, introduzir narrativas mentirosas e obter o controle das massas.

Twitter, Facebook, Instagram e YouTube estão censurando as críticas e evidências negativas às vacinas da COVID – silenciaram Prêmio Nobel, cientistas, médicos com alto número de H- Índex, chegando até mesmo aos luminares da ciência. Não importa quem eles são e o que eles representam para a verdadeira ciência – se eles contradizem a narrativa dominante, serão eliminados. 

Desta vez, foi a vez do professor – médico e cientista Shmuel Shapira, MD, MPH, que atuou como Diretor Geral do Instituto de Pesquisa Biológica de Israel (IIBR) entre 2013 e 2021, onde liderou o esforço de Israel para desenvolver uma vacina contra o coronavírus. ( aqui )

O Prof. Shapira também é o fundador e chefe do Departamento de Medicina Militar da Faculdade de Medicina da Universidade Hebraica e do Corpo Médico da IDF. Ele é pesquisador sênior do Instituto Internacional de Contra-Terrorismo (ICT) da Universidade Reichman em Israel.

Shapira atuou anteriormente como Vice-Diretor Geral da Organização Médica Hadassah e como Diretor da Escola de Saúde Pública Hadassah da Universidade Hebraica. Ele é um Coronel Pleno (Res.) nas Forças de Defesa de Israel (IDF) e serviu como Chefe do Ramo de Trauma da IDF.

Ele publicou mais de 110 artigos científicos revisados ( aqui ) ​​por pares e é o editor de Essentials of Terror Medicine, Best Practice for Medical Management of Terror Incidents, and Medical Response to Terror Threats. O professor Shapira é presidente e membro de vários comitês e conselhos nacionais de Israel.

 O Prof. Shapira, sofreu danos após a terceira dose da vacina da Pfizer, e deixou público em um twitter em 14 de maio de 2022: 

O Prof. Shapira, abriu sua conta no Twitter em janeiro de 2022, e desde então tornou-se cada vez mais crítico em relação as vacinas de mRNA, especialmente desde que o Prêmio Genesis israelense foi entregue ao CEO da Pfizer, Albert Bourla.

Suas criticas em relação a vacina não pararam por ai, ele dedicou e dedica vários twitters aos eventos adversos da vacina e aos danos causados que continuam sendo ignorados pelos governos e casas farmacêuticas. 

Em 7 de junho de 2022, Shapira disse: 

O professor e luminare israeliano diante de tantos ataques midiáticos recebidos depois de expôr liberamente suas informações nas redes sociais, respondeu aos ataques com este tweet:

Em 8 de junho de 2022, escreveu: 

No dia 5 de julho de 2022, Shapira relatou sobre o efeito colateral em um “filho de um amigo australiano de 36 anos” que desenvolveu “arritmias ventriculares graves e teve insuficiência cardíaca” apenas alguns “dias após a segunda vacina da Pfizer”.

Em 15 de julho de 2022, Shapira compartilhou um gráfico de taxas de COVID de Nova Gales do Sul mostrando um risco aumentado de infecção por COVID a cada nova dose da vacina mRNA e comentou: “De acordo com dados oficiais da Austrália, quanto mais você é injetado mais provavelmente você ficará doente, pois a quarta injeção aumenta drasticamente as chances. De acordo com este estudo, seria, portanto, uma suposta anti-vacina, pelo menos de acordo com o que me ensinaram”.

Em 31 de julho de 2022, Shapira compartilhou um link para os relatórios de eventos adversos da vacina COVID da OpenVaers, mostrando um total de 1.357.937 relatórios, incluindo 170.151 hospitalizações e 29.790 mortes, sobre os quais ela simplesmente comentou: “Seguro e eficaz” ( aqui )

O post que fez desencadear a fúria e a censura do twitter foi onde o professor Shapira sugeriu que o surto de varíola dos macacos poderia estar ligado a vacinas de mRNA. O Twitter bloqueou sua conta e o forçou a excluir o post que dizia: 

 “Os casos de varíola dos macacos são raros há anos. Nos últimos anos, apenas um caso foi documentado em Israel. É bem conhecido que as vacinas de mRNA afetam o sistema imunológico natural. Um surto de varíola dos macacos após uma vacinação maciça contra a covid: * Não é uma coincidência.

Diante de tantos fatos e evidências, estamos enfrentando um surto de censura, manipulação e a falta de um debate maduro, baseado na moral e na ética. Esperamos que o professor Shmuel Shapira, que anteriormente era o principal cientista militar de Israel na pesquisa de armas químicas e biológicas, possa concentrar sua atenção nas vacinas de mRNA da COVID e, junto a outros cientistas conscientes que não foram comprados pelo sistema possam trazer à luz todas as  mortes e destruição que estas vacinas estão causando a tantas pessoas ao redor do mundo.  

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6 comentários em “Twitter censura mais um médico-cientista luminare de alto escalão da ciência, as redes sociais e os governos se uniram para censurar qualquer um que vá contra a narrativa dominante”

  1. Esse é o preço que o ser humano esta pagando por dar tanto valor a medicos.Médicos são corruptos e querem que as pessoas adoeçam.Esse Dr Shapira esta sofrendo agora as consequencias do que ele e todos nós plantamos que foi a colocação do Médico no patamar de deus

    1. Exatamente!
      Sempre lembrando que aquele que depende de doença para sobreviver NUNCA irá debelar essa que é sua fonte de renda!
      Mens sana in corpore sano.
      Mente sã depende de oxigênio em abundância e quem garante isso é o corpo são!
      Corpo se faz são ouvindo a mente que diz: mens sana in corpore sano!
      Larguemos as guloseimas, noitadas, alcool e má companhias que tudo se resolve, mas com essas imundícies aí, quem manda é o mérdico!

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