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Mais um escândalo envolvendo a PFIZER: funcionário faz grave denúncia e quando descobre que foi gravado ataca os jornalistas 

Karina Michelin

Karina Michelin

O furo de reportagem feito pelo Project Veritas ( o enésimo que prova todo o emaranhado de corrupção e crimes das Big Pharmas ) deveria estar em todas as primeiras páginas de jornais e programas jornalísticos do mundo. Mas, nada, cena muda. Mais uma vez a câmera escondida de James O’Keefe, conseguiu captar um depoimento extremamente comprometedor de um funcionário de alto escalão da Pfizer. 

Jordon Trishton Walker, ainda resulta diretor de pesquisa estratégica e operações de desenvolvimento da empresa farmacêutica, bem como  planejador científico da tecnologia de mRNA. Em suma, um figurão que confidenciou a existência de experimentos de manipulação de vírus em circulação com o objetivo de produzir novas vacinas.

No entanto, o silêncio ensurdecedor caiu sobre toda grande mídia. Entretanto, vão surgindo outros detalhes relativos à história, na sequência da publicação de outros clips gravados pelo Project Veritas – podemos ver o momento em que Walker descobriu ter sido filmado. ( aqui )

A surpresa inicial de Jordon transformou-se imediatamente em desespero e medo, mostrando assim a consciência de ter feito uma grande besteira. Nesse ponto, Walker tenta uma defesa desesperada, atribuindo a si mesmo o rótulo de mentiroso. O funcionário da Pfizer quase sente pena de si mesmo e parece implorar aos seus interlocutores, esperando que aquele pesadelo termine com a exclusão do vídeo. A situação no restaurante, no entanto, aumenta rapidamente o desespero de Walker e se transforma em raiva.

O funcionário da Pfizer manda o dono do restaurante fechar as portas para impedir que os jornalistas saíssem, enquanto tenta repetidamente chamar a polícia. Cada vez mais desesperado, Walker finalmente decide seguir o caminho mais agressivo e tenta tirar a força o iPad dos jornalistas até destruí-lo.

O episódio termina com uma imagem bastante significativa, uma mistura de desespero e angústia. Walker sai para a rua e entra na frente do carro que pensava ser da produção do programa, na esperança de que os jornalistas cancelassem suas denúncias. Em seguida, ele tenta parar a polícia, mas sem muito sucesso.

No final do video, os mesmos policiais declararam a um repórter do Projeto Veritas que poderiam ter prendido o próprio Walker. Essa reação extremamente exagerada parece certificar uma coisa: as declarações feitas por ele podem comprometer sua carreira e até mesmo sua própria vida. 

No meio tempo, a máquina de cancelamento dos grandes motores de busca do Google, entraram imediatamente em socorro da multinacional farmacêutica, para anular qualquer ligação entre a Pfizer e Jordon Walker. Suas duas páginas do Linkedin foram removidas ( aqui ), embora existam algumas capturas de tela que atestam a existência anterior no Google. No entanto, você não pode excluir tudo da Internet, como por exemplo o currículo de Jordon Walker. Brian O’Shea, que se especializou em rastrear indivíduos escreveu um artigo fantasticamente detalhado que traz toda a vida profissional de Jordon Walker ( aqui ).

Sendo assim temos a confirmação de sua relação de trabalho com a Pfizer, iniciada em 2021, enquanto anteriormente trabalhava no Boston Consulting Group, ainda no setor estratégico. Vários trabalhos científicos assinados por Jordon Walker também são reconhecíveis, também no que diz respeito ao Covid 19. Por fim, uma última curiosidade: um texto escrito pelo funcionário da Pfizer em 2011, quando ainda trabalhava na Universidade de Yale, ainda é visível na rede : “Sim, sou um capitalista obstinado, que quer ajudar as malvadas grandes empresas farmacêuticas.” ( aqui )

Depois do ocorrido, a Pfizer não demorou para emitir uma nota confirmando as palavras de Walker – eles já não escondem mais. ( aqui ).

“Em um número limitado de casos, quando o vírus não contém nenhuma mutação de ganho-de-função, tal vírus pode ser “manipulado” para permitir análise de atividade antiviral nas células.”

A grande mídia, diante da enésima denúncia do Projeto Veritas ( aqui ) – continua ignorando os fatos e evidências lançadas por um funcionário, de alto escalão, de uma das maiores casas farmacêuticas do mundo. A esta altura fica a pergunta: o que os juízes americanos estão esperando para abrir um processo sobre as declarações de Jordon Walker e colocar luz de uma vez por todas sobre a má conduta dessa multinacional – que continua colocando a vida de milhões de pessoas do planeta em risco? Quando veremos todos esses criminosos na cadeia?

Continuaremos a reportar os fatos, até que um dia a verdadeira justiça seja feita.

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11 comentários em “Mais um escândalo envolvendo a PFIZER: funcionário faz grave denúncia e quando descobre que foi gravado ataca os jornalistas ”

  1. Ouvi dizer que até hoje não isolaram o tal vírus mortal com o procedimento que seria correto para se fazer isso, fizeram um tipo de “manobra juridica” como a que soltou o ladrão, também ouvi dizer que até hoje não encontraram em autopsia nenhuma onde a causa da morte foi por algum vírus mortal. Também sei que vírus, como é propagado, não existe.
    Mas a pergunta é, se o vírus não existe, como é possível fazer uma mutação de algo inexistente?
    Fica claro que isso é uma operação psicológica para endossar a existência do tal vírus e de quebra justificar as prováveis mortes que estão por vir como resultado da vacinação com ajuda de algum catalizador, com a desculpa de mutação e a partir disso, novas vacinas “mais confiáveis”.

      1. Vi um italiano mostrando o experimento com 20mil macacos que receberam em 2015 as vacinas de mRna, o trabalho foi publicado na Nature. Os 20 mil macacos morreram em 2 anos. Estou tentando localizar essa publicação.

  2. Tânia Maria Mapurunga De Albuquerque

    Aqui no Brasil mataram milhões de pessoas, meu pai tinha 13 anos com alsaime e estava com a saturação baixa e levamos para o hospital geral ele não andava mais então meu filho levou nós braços juntamente com minha irmã mais nova e eu fiquei do lado de fora, e acabaram me dizendo que a aonde mandaram entrar era tudo da covidee fizeram um teste rápido e disseram que ele estava com covide e tinham que isola-lo, depois de dois dias recebemos a notícia que ele tinha morrido, até hoje minha consciência sempre me disse que ele não tinha covid mais somente o alsaime já no final, os hospitais era sinônimo de corredor da morte e até hoje eu tenho esse peso na minha consciência.

    1. Você falou algo que aconteceu com muita gente e até hoje as pessoas não se viraram dessa dor. A entrada de hospitais se transformaram corredores da morte, com esse diagnóstico que para eles era rentável, pois o SUS pagava o dobro.

  3. É dificil acreditar que o ser humano tenha criado esse monstro para controle da população mundial. Tenho lido reportagem de controle para redução da população mundial e começo a pensar que a vacina é o veículo que eles criaram. Como deve funcionar? Pense nos jovens chineses que protestavam em 2019 pedindo Liberdade e Democracia, aquele pessoal desapareceu. O virus existe não é tudo o que dizem mas bem trabalhado na vacina consegue-se faze-lo incurável e injetar um medicamento que altere sua resistência e provoque a morte do paviente

  4. A Verdade é que para além de comprometer o sistema imunológico das pessoas submetidas a esse veneno, o mesmo possui grafeno, que pode tornar as pessoas até rastreáveis, além de toda a nanotecnologia presente também.

    Veja esse vídeo do presidente CEO da Pfizer Albert Bourla sendo Confrontado na rua por dois repórteres independentes, Bourla simplesmente não tinha argumento para se defender então o que ele fez? permaneceu em silencio dentro de sua extrema raiva das perguntas feitas pelos repórteres, pois quem cala consente, concorda? Veja o vídeo e a reação de Bourla:
    https://youtu.be/X16wxe4FUKI

  5. A Verdade é que para além de comprometer o sistema imunológico das pessoas submetidas a esse veneno, o mesmo possui grafeno, que pode tornar as pessoas até rastreáveis, além de toda a nanotecnologia presente também.

    Veja esse vídeo do presidente CEO da Pfizer Albert Bourla sendo Confrontado na rua por dois repórteres independentes, Bourla simplesmente não tinha argumento para se defender então o que ele fez? permaneceu em silencio dentro de sua extrema raiva das perguntas feitas pelos repórteres, pois quem cala consente, concorda? Veja o vídeo e a reação de Bourla:
    https://youtu.be/X16wxe4FUKI

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