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EUA: Guerra declarada contra os não vacinados

Karina Michelin

Karina Michelin

Joe Biden depois de anunciar a iniciativa de vacinação “porta a porta” para convencer os cidadãos a se vacinarem, decide adotar uma estratégia ainda mais agressiva:

A Casa Branca decidiu atacar os republicanos (conservadores) que se opõem às estratégias de sua campanha de vacinação, rotulando-os de pessoas “perigosas e extremistas”, adotando uma postura política mais agressiva.

Na verdade, a campanha de vacinação nos EUA não atingiu a meta e por isso estão buscando uma forma mais agressiva de obrigar a vacinação, os fact checkers ( vassalos da elite) entrarão em ação para inibir a dissidência.

Segue a nota da Casa Branca:

“A Casa Branca decidiu reagir mais duramente [ao que considera] desinformação e táticas de medo, depois que legisladores republicanos e ativistas conservadores se comprometeram a lutar contra os planos declarados do governo de ir de “porta a porta” convencendo as pessoas a se vacinarem. A reação incluirá culpar as plataformas de mídia social e noticiários conservadores que promovem essas táticas.Vários grupos aliados de Biden, incluindo o Comitê Nacional Democrata, também planejam envolver os fact checkers de forma mais agressiva e trabalhar com operadoras de telefonia para dissipar [o que eles consideram] a desinformação da vacina. Por meio de mídias sociais e mensagens SMS “.

Leiam bem esta nota do governo americano caros amigos, e prestem atenção nas entrelinhas.

Porque será que está tão difícil de fazer as pessoas se vacinarem? Talvez os dados de Israel podem aclarar os fatos, um tanto quanto pertubadores…

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Karina Michelin

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