EUA: Médicos sob ameaça “Aquele que criticar a vacina corre risco de perder a licença médica” comunicou a federação dos médicos americana

Karina Michelin

Karina Michelin

foto ilustrativa The Guardian

A cada dia que passa a censura e o totalitarismo toma conta de todas as classes da sociedade, a obrigatoriedade do pensamento único transformou o mundo em um lugar perigoso. 

Os médicos de heróis passaram a vilão e estão sendo obrigados a seguir uma cartilha nefasta, para induzir seus pacientes a se submeterem aos experimentos da Big Pharma. Aquele que expressar qualquer contrariedade a narrativa hegemônica criada por esta facção criminosa, poderá perder sua licença médica e passará a viver no limbo. 

Pelo menos três associações médicas americana estão ameaçando revogar as licenças médicas de médicos que se atrevem a se manifestar contra as “vacinas” do vírus Covid-19.

Qualquer médico que expresse apenas ceticismo sobre as vacinas de  Anthony Fauci  e Bill Gates podem perder suas carreiras, agora com o apoio das instituições corrompidas: American Board of Pediatrics (ABP), American Board of Family Medicine (ABFM) e o American Board of Internal Medicine (ABIM).

Esses três grupos emitiram uma declaração conjunta apoiando uma decisão de 29 de julho da Federação dos Conselhos Médicos estaduais (FSMB) que ameaça revogar ou suspender a licença e a certificação de todos os médicos que questionam a “segurança” e a “eficácia” das vacinas experimentais.

O FSMB, é uma organização nacional que representa todo o consórcio de conselhos médicos americanos que licenciam e disciplinam médicos. As três organizações adjacentes ABFM, ABIM e ABP, que apoiaram a decisão do conselho de medicina possuem mais de meio milhão de médicos inscritos. Todos eles hoje, ameaçados pelo seu “próprio patrão”.

Este foi o comunicado emitido a todos os médicos que fazem parte destas instituições: 

comunicado recebido por email a um médico

tradução

https://www.theabfm.org/about/communications/news/joint-statement-american-board-family-medicine-american-board-internal

De acordo com o FSMB, as novas diretrizes disciplinares são necessárias devido ao “aumento dramático” dos médicos que divulgam a “desinformação da vacina COVID-19″. 

Em outras palavras:  se esses médicos quiserem manter o método tradicional científico, que incentiva desafiar o status quo, eles correm o risco potencial de um fim de carreira.

A ciência “orientada ao consenso“, como mencionado na declaração, está em desacordo com o método científico, que incentiva o debate e as evidências dissidentes como forma de descobrir a verdade científica objetiva.

A política de cancelamento cientifico é extremamente letal para toda a sociedade, não trazer para o debate fatos reais que colocam em risco a vida do paciente é extremamente criminoso. 

Todos nós sabemos que os ensaios clínicos destas vacinas devem ser completados somente em 2023, e que a inoculação deste soro está ligado a uma série de efeitos adversos já reportados por milhares de pessoas, mas ignorados pelos órgãos reguladores. Esses efeitos não se limitam somente a miocardite e pericardite, uma lista enorme vem sendo reportada por esses médicos que estão visitando esses pacientes: coágulos sanguíneos, síndrome do vazamento capilar, ciclos menstruais irregulares em mulheres, problemas de fertilidade, anafilaxia, doenças autoimunes, paralisia, síndrome de guillain barré, câncer e morte, são apenas alguns deles. 

O mais preocupante disso tudo é o Conselho Americano de Pediatria, cujos médicos que deveriam supervisionar a saúde de milhões de crianças americanas, agora são proibidos de alertar os pais que essas injeções experimentais e desnecessárias podem representar um sério risco para a saúde e a segurança de seus filhos. 

A própria Academia Americana de Pediatria, afirmou que o risco de morte de crianças do COVID-19 é de 0,00 a 0,003%.

clique na foto para ir ao link

Além disso, a própria FDA admitiu serem efeitos adversos potenciais da vacina miocardite e pericardite, condições de inflamação cardíaca que podem ser fatais, e ocorrem a uma taxa 32 vezes maior do que o esperado para meninos de 12 a 17 anos, e 27 vezes maior do que o esperado para jovens de 18 a 24 anos.

clique na foto para mais informações

Mesmo sabendo de todos os efeitos adversos que a vacina vem causando, além de resultar na morte de milhares de pessoas, a Federação dos Conselhos Médicos estaduais (FSMB), declara: “que fornecer desinformação sobre a vacina COVID-19 contradiz as responsabilidades éticas e profissionais dos médicos e, portanto, pode submeter um médico a ações disciplinares, incluindo suspensão ou revogação de sua licença médica.”

Antigamente os médicos eram processados por cometer erros em seus pacientes, hoje eles são forçados pelas próprias instituições à cometer crimes. Qualquer semelhança com o nazifascismo não é mera coincidência.

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4 comentários em “EUA: Médicos sob ameaça “Aquele que criticar a vacina corre risco de perder a licença médica” comunicou a federação dos médicos americana”

    1. Isso é militância da Nova Ordem Mundial. Esses próprios que defendem a obrigatoriedade da “imunização em massa”, NÃO TOMARAM AS TAIS “VACINAS” (“imunizantes”), ou tomaram PLACEBO (Obiden), incluindo seus filhos, parentes e correligionários! Pois, eles sabem que, uma vez disparados os efeitos das “vacinas”, NÃO TEM MAIS VOLTA!!
      É uma questão de meses para quebrar a imunidade natural e desencadear o processo de deterioração das células do corpo!

  1. Tenho 43 anos de medicina e me preocupa profundamente essa ameaça à liberdade e à opinião médica, especialmente frente às ocorrências objetivas e factuais. Nunca pensei que um dia isso poderia acontecer e vislumbro tempos difíceis para os pacientes, principalmente sob a supervisão de jovens médicos que estão perdendo a capacidade de discernimento. Que Deus tenha piedade de nós.

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